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quinta-feira, 4 de novembro de 2010

A era do mobile marketing

  O mobile marketing será a ferramenta mais adequada para propagação de ações de marketing de nosso tempo. O número de smartphones hoje no Brasil ja é bem grande e só tende a aumentar. Segundo um levantamento feito pelo instituto Gartner, só no primeiro trimestre de 2010 foram vendidos quase 1,2 milhões de unidades, enquanto no mesmo periodo em 2009 esse número era aproximadamente 448 mil. Com um crescimento de quase 170% num intervalo de apenas um ano, a aquisiçao dos smartphones tende a aumentar ainda mais, ja que em uma pesquisa publicada pela Nielsen nos Estados Unidos foi constatado que 45% dos entrevistados tem como sua próxima aquisição, em relação a aparelhos móveis, aqueles que possuem internet móvel de banda larga no topo da lista. 
   O Brasil está em primeiros lugares no número de horas de navegação por usuário. O uso da conectividade pelas das classes mais baixas como C e D é responsável por grande parte disto, ja que hoje pessoas independente da classe social são dependentes de um aparelho celular, como uma prioridade disparada em relação a outros aparelhos eletrônicos de comunicação e informação existentes.
   Uma empresa ao centrar seu público alvo em um meio tão individual e interativo como em seu aparelho celular através do mobile marketing, algo rápido  objetivo e econômico, acaba por fortalecer e agregar valor à sua marca com total eficiência, ja que um celular está sempre ao alcance de nossas mãos.
   Além disso a interatividade é um ponto alto de ações divulgadas pelo celular, ja que o consumidor se sente muito mais próximo à marca, agregando valor à ela como forma de não somente um produto consumível, mas também como forma de diversão. Um bom exemplo é o do cinema Espaço Unibanco no Bourbon Shopping, onde antes de começar o filme e pedirem para que os aparelhos sejam desligados, existe uma opção onde você manda um SMS para certo número, e o público interage com a tela usando seus respectivos celulares como joysticks para o jogo criado pela Carefree.

    Até 2011 o mobile marketing será a ferramenta mais viável adotada pelas empresas para divulgações de campanhas de conteúdo inteligente, não se limitando apenas a propagação deste, mas também possibilitando interação, obviamente com a permissão do consumidor, otimizando a capacidade estratégicas de ações das empresas. 

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Thanks for (not) Sharing

Hoje em dia, o que mais se pode ver são pessoas não sabendo utilizar os recursos das redes sociais. Não que eu saiba, mas vira e mexe seus amigos postam coisas que além de não servir como complemento de informação de ninguém, são completamente desnecesárias que acabam afetando sua reputação, para um futuro emprego, por exemplo, pois não é nada legal seu futuro (ex) chefe entrar no seu twitter e dar de cara com a quantidade de doses de tequila que você tomou na noite passada, ou a quantidade de caras que você beijou.
Não precisa necessáriamente ser seu chefe, mas existe algumas coisas de sua vida pessoal que não se deve compartilhar, que ninguém precisa (nem quer) saber.
Aproveitando esse "problema" gerado pela quantidade de pessoas instaladas nas redes sociais, a Pringles aproveitou a deixa e criou uma campanha chamada "Help the Overshares": Criaram um aplicativo para o Facebook que pode ser baixado no site da Pringles, chamado "overshare". Ou seja, ao lado do botão "curtir" a mensagem, fica também o "overshare", para você dar um toque em seus amigos que publicam coisas que não devem ser publicadas.
Com o twitter a mesma coisa, só que ao invés de um botão "overshare", os tweets desnecessários você retwita a frase com reply para @helpoversharers. Não no intuito de humilhar as pessoas, e sim dar um toque de um jeito bem humorado.
 
Para mais informações entre no site da campanha
Post baseado no artigo do blog http://adivertido.com/pringles-help-the-overshares/ , muito interessante blog, por sinal.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Sobre os recursos (in)utilizados pela política.

Sobre o texto http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u683533.shtml .
A politica sempre nos surpreende. A nova onda agora é utilizar das redes sociais para que tenhamos com esses senhores um contato mais direto, aberto e sincero talvez... Bem, pois não é bem assim que acontece.
Acredito que como eu, qualquer pessoa que participa de redes sociais sabe que a comunicação via twitter (nesse caso) é justamente feita para uma troca de informações de forma instantânea, onde você dialoga com outras pessoas que la estão. O que tentaram fazer no Brasil, foi o mesmo que fez (só que de forma correta) a campanha do Obama. 


A diferença é que  por aqui não convenceu o suficiente para repercutir da mesma maneira. 
Pois bem, primeiro de tudo: acho um pouco sem fundamento essa ferramenta ser usada por alguém que não seja você, o que muitos políticos fazem. Se o acessor é responsável pelas informações la expostas, talvez seu twitter devesse ser chamado de @acessordefulano, nao @fulanodetal. 
Segundo; utilizar uma rede social como autopropaganda não soa verdadeiro. Não é de forma espontânea... Não funciona. A distância continua a mesma, e nada é resolvido.
Talvez, de forma mais organizada, se os políticos criassem um espaço destinado apenas para eles, onde colocassem suas propostas (que deveriam conter mais de 140 caracteres), videos, opinioes pessoais, agenda e tudo mais o que for necessário, onde também houvesse um espaço de comunicação rápida com os que realmente estão interessados em política, porque, querendo ou não, o twitter por ser algo bastante informal e utilizado por muitos nichos, acaba banalizando o assunto, tornando-se algo até ridicularizado, não utilizando de modo certo a ferramenta (ainda que não haja uma maneira "correta" de ser usada), opondo o que era pretendido no começo, cativar mais publico e mais votos para eleição desse ano, da menira que conseguirem.