Mostrando postagens com marcador política. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador política. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 17 de março de 2010

E a publicidade pode salvar o mundo...

Como tema do meu blog, esse assunto não tinha como ser mais perfeito.
"A Publicidade é um cadáver que nos sorri", como bem diz o titulo do livro de Oliviero Toscani, fotógrafo italiano que nos anos 90 fez polêmica nas campanhas publicidades para marca Benetton.

Com o poder que a publicidade exerce hoje, nada mais justo do que usa-la para a concientização, não apenas para maior venda dos produtos. E entre todas as peças publicitárias, aquela que mais chama atenção e causa polêmica são geralmente aquelas que nos fazem refletir, e aquelas que nos fazem refletir geralmente estão atreladas à concientização de uma resolução de um problema que ja chegou num ponto tão agravante, que a publicidade [ora chamada de veneno do capitalismo, ora elogiada quando cria algo que dobre o lucro de certas empresas...(vai entender)] tem que intervir; como guerras, racismo, morte, preservação do ser humano e do meio ambiente, e por ai vai...

Todo o poder que a publicidade exerce hoje não pode simplesmente ser ignorado. Cabe àqueles que gastam milhões com ela, uma vez ou outra gastar milhões em divulgação de peças, digamos, institucionais, que não ajudam a vender produto, mas ajuda (se não o mundo todo no sentido literal, pelo menos a conciência do cidadão) a salvar o mundo. Isso se o atual "politicamente correto" permitir que ela (a publicidade) de um tapa (necessário) na cara daqueles que ainda acreditam que o mundo é maravilhoso, e não há nada de errado com ele....Enfim, aquelas pessoas alienadas ao próprio umbigo.
O grande problema é que nos dias de hoje é quem vai por a cara pra bater, e em sã conciencia vai querer gastar muuuito dinheiro com algo que não trará o dobro de lucro líquido para seus bolsos ja fartos; porque, afinal, a recompensa de fazer sua parte e tentar salvar o planeta onde habitam todos aqueles que você ama, não é o bastante.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Sobre os recursos (in)utilizados pela política.

Sobre o texto http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u683533.shtml .
A politica sempre nos surpreende. A nova onda agora é utilizar das redes sociais para que tenhamos com esses senhores um contato mais direto, aberto e sincero talvez... Bem, pois não é bem assim que acontece.
Acredito que como eu, qualquer pessoa que participa de redes sociais sabe que a comunicação via twitter (nesse caso) é justamente feita para uma troca de informações de forma instantânea, onde você dialoga com outras pessoas que la estão. O que tentaram fazer no Brasil, foi o mesmo que fez (só que de forma correta) a campanha do Obama. 


A diferença é que  por aqui não convenceu o suficiente para repercutir da mesma maneira. 
Pois bem, primeiro de tudo: acho um pouco sem fundamento essa ferramenta ser usada por alguém que não seja você, o que muitos políticos fazem. Se o acessor é responsável pelas informações la expostas, talvez seu twitter devesse ser chamado de @acessordefulano, nao @fulanodetal. 
Segundo; utilizar uma rede social como autopropaganda não soa verdadeiro. Não é de forma espontânea... Não funciona. A distância continua a mesma, e nada é resolvido.
Talvez, de forma mais organizada, se os políticos criassem um espaço destinado apenas para eles, onde colocassem suas propostas (que deveriam conter mais de 140 caracteres), videos, opinioes pessoais, agenda e tudo mais o que for necessário, onde também houvesse um espaço de comunicação rápida com os que realmente estão interessados em política, porque, querendo ou não, o twitter por ser algo bastante informal e utilizado por muitos nichos, acaba banalizando o assunto, tornando-se algo até ridicularizado, não utilizando de modo certo a ferramenta (ainda que não haja uma maneira "correta" de ser usada), opondo o que era pretendido no começo, cativar mais publico e mais votos para eleição desse ano, da menira que conseguirem.